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O Papel do Baixista na Banda

Faaaala Baixista! Tudo bem?

Hoje vamos falar sobre o papel do baixista dentro de um contexto de banda. Muito se fala sobre a importância do instrumento e gostaria aqui de aprofundar no assunto.

Mas então! Qual é o papel do baixista na banda?

Vamos trabalhar com 3 cenários mais comuns:

1 – Power Trio

Aqui, geralmente temos a formação de Baixo, Guitarra e Bateria ou Baixo, Piano e Bateria. O Power Trio pode ser instrumental ou ter vocal. Independente disso, vemos que é uma formação enxuta.

Bom, quando temos formações mais compactas, a responsabilidade aumenta, afinal, temos menos instrumentos e precisamos preencher lacunas e sustentar a música.

É interessante nesse caso que o baixista use notas longas, e faça uma boa cama. Imagine que o guitarrista vá solar. O baixista ficou com toda a responsa harmônica/groove com ele. Aqui o uso de Tétrades é fundamental, ou seja, usar notas dos acordes nos grooves. Isso facilita a harmonização.

Tocar em Power Trio não é uma tarefa tão simples! Exige competência Rítmica e também vocabulário Harmônico.

2 – Banda Tradicional

Um segundo cenário é uma banda comum. Baixo, Bateria, Guitarra, Teclados e Vocal. Aqui temos mais informações e o pensamento do baixista de ser ao contrário. Criar Grooves que façam sentido dentro do contexto. Muitas vezes a ideia de “menos é mais” pode funcionar nessa formação.

Outro item fundamental é ter em mente qual é a proposta do som. Onde a banda quer chegar. Este direcionamento ajuda em muito como o baixista e os outros músicos devem atuar.

Exemplo: Vamos fazer um som mais enxuto, mais sequinho? Ou, vamos fazer algo mais denso, com mais notas, efeitos, etc?

Saber onde queremos chegar nos ajuda muito em relação a escolha das notas, grooves, timbres e tudo o que envolve a música.

3 – Banda grande

Agora imagine uma big band ou uma banda tradicional mais percussão, sopros, backing vocals etc.

Aqui mais atenção ainda é exigida! Geralmente em banda maiores cada papel e função deve ser bem definida. Isso pode ser feita por um arranjador ou até mesmo pelos músicos. O importante é ter uma coerência.

O baixista nesse caso deve prezar pela levada e tomar cuidado com o número de notas, afinal, muitos instrumentos estão sendo tocados ao mesmo tempo.

Obviamente que esta maturidade se adquire com o tempo e com muita prática, mas, mesmo assim, é interessante que se informe a respeito. Comece a ouvir gravações de big bands e perceba que cada instrumento está no seu devido lugar.

O que você deve dominar?

Independente da situação, o baixista precisa cuidar dos seguintes itens:

 

Ter um bom “time” (tocar com firmeza e no tempo)

Conhecer de harmonia (dominar pelo menos os 7 acordes do Campo Harmônico Maior nos 12 tons)

Repertório (conhecer o máximo de estilos musicais possíveis e suas canções)

Sensibilidade (sacar qual ferramenta usar em cada situação)

– Sonoridade (estar com a técnica em dia e tirar um bom som do instrumento)

 

E aí! Curtiu?

Reflita bastante sobre esses assuntos e qualquer dúvida que tenha só me chamar!

Estou super afim de lhe ajudar a evoluir ainda mais como baixista!

Meu WhatsApp é 35 991914532

Grande abraço,

Raphael du Valle

 

 

Baixista, criador do ToqueMaisBaixo e empreendedor musical.

    1 Comentário

  1. Jóia Rafha,que assunto interessante. Faz uma série sobre os 7 acordes e as 12 tonalidades. Abraços Deus Abençoe Parabéns sempre. Francisco Vítor. Vale do Paraíba interior de São Paulo. Jacareí.

Dúvidas? Deixe uma pergunta para o professor!